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PLANO DE TRABALHO DO SERVIÇO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
DO CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL DO
VALE DO RIO CUIABÁ
Período de Execução do Programa
Data de Início 01/07/2024
Data de Fim 01/07/2025
1. Identificação do Serviço de Inspeção
A sede do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico e Social do Vale do Rio
Cuiabá – CIDES VRC, fica localizado na Rua Professor João Félix, Nº 1.024, Quadra 5, Lote 60,
Bairro Lixeira, CEP 78.008-435, na cidade de Cuiabá – MT.
O CIDES-VRC tem como objetivo desenvolver atividades ligadas a segurança alimentar nos
serviços de inspeção dos municípios consorciados, ou seja, realizar atividades de estruturação
dos serviços de inspeção municipais (SIM) com o intuito de indicar estabelecimentos para
comercializar seus produtos nacionalmente através do Sistema Brasileiro de Inspeção de
Produtos de Origem Animal – SISBI/POA. A responsabilidade da estruturação dos serviços, bem
como do suporte, é do médico veterinário do consórcio, contudo, a responsabilidade pela
manutenção da equivalência do SISBI/POA no serviço é do médico veterinário oficial.
Atualmente, o CIDES-VRC possui 14 (catorze) municípios consorciados que estão distribuídos no
estado de Mato Grosso.
1.1. Identificação do Serviço
Nome do Serviço cadastrado no e-SISBI CNPJ
Consórcio Intermunicipal De Desenvolvimento Econômico e
Social do Vale do Rio Cuiabá (CIDES-VRC)
07.950.742/0001-27
1.2. Identificação dos Serviços vinculados ao Consórcio Público de Municípios (quando
for o caso)
Nome do Serviço CNPJ Município UF
SIM/Acorizal
(Consórcio executará o SIM)
03.507.571/0001-05 ACORIZAL MT
SIM/ BARÃO DE MELGAÇO
(Consórcio executará o SIM)
03.507.563/0001-69
BARÃO DE
MELGAÇO
MT
SIM/ CUIABÁ
(Consórcio Coordena o SIM)
03.533.064/0001-46 CUIABÁ MT
SIM/ CHAPADA DOS GUIMARÃES
(Consórcio executará o SIM)
03.507.530/0001-19
CHAPADA DOS
GUIMARÃES
MT
SIM/ JANGADA
(Consórcio executará o SIM)
24.772.147/0001-68 JANGADA MT
SIM/ NOBRES
(Consórcio Coordena o SIM)
03.424.272/0001-07 NOBRES MT
SIM/ NOSSA SENHORA DO
LIVRAMENTO
(Consórcio coordena o SIM)
03.507.514/0001-26
NOSSA SENHORA
DO LIVRAMENTO
MT
SIM/ NOVA BRASILÂNDIA
(Consórcio Coordena o SIM)
15.023.963/0001-88 NOVA BRASILÂNDIA MT
SIM/ PARANATINGA
(Consórcio executará o SIM)
15.023.971/0001-24 PARATANATINGA MT
SIM/ PLANALTO DA SERRA
(Consórcio executará o SIM)
37.465.176/0001-29
PLANALTO DA
SERRA
MT
SIM/ POCONÉ
(Consórcio coordena o SIM)
03.162.872/0001-44 POCONÉ MT
SIM/ ROSÁRIO OESTE
(Consórcio coordena o SIM)
03.180.924/0001-05 ROSÁRIO OESTE MT
SIM/ SANTO ANTÔNIO DE
LEVERGER (Consórcio executará o
SIM)
03.507.555/0001-12
SANTO ANTÔNIO DE
LEVERGER
MT
SIM/ VÁRZEA GRANDE
(Consórcio Coordena o SIM)
03.507.548/0001-10 VÁRZEA GRANDE MT
Em azul – municípios executores do SIM (Consórcio coordena)
Em Vermelho – municípios não executam o SIM (Consórcio executa e coordena)
Em Preto – Municípios que possuem Lei do SIM, mas que não possue nenhum estabelecimento
registrado no serviço.
1.3. Área de atuação
Área de atuação que interessa a avaliação e habilitação no SISBI-POA
Marque com “X” as áreas de atuação de interesse
I. Abatedouro frigorífico
Abatedouro frigorífico – Carne e derivados
Abatedouro frigorífico – Pescado e Derivados
II. Entrepostos e Unidades de Beneficiamento
a) Carne e derivados
X b) Leite e derivados
X c) De produtos de abelhas e derivados
d) Ovos e derivados
X e) Pescado e derivados
f) Armazenagem
2. Organização Administrativa
2.1. Organograma
Presidente do consórcio
Diretor Executivo
Gerente
Administrativo
Financeiro
Coordenação Serviço de
Inspeção Municipal via
consórcio
Coordenador de
Licitação, Contrato e
Convênio
Analista de
Licitação
EXECUTOR E COORDENADOR:
Acorizal
Barão de Melgaço
Chapada dos Guimarães
Jangada
Planalto da Serra
Paranatinga
Santo Antônio de Leverger
COORDENADOR:
Cuiabá
Nobres
Nossa Senhora do Livramento
Nova Brasilândia
Poconé
Rosário Oeste
Várzea Grande
Secretarias de Agricultura e/ou
correlatas dos Municípios
Consorciados
Médicos (as) Veterinários (as) dos
S.I.M. dos Municípios Consorciados e
do Consórcio
2.2. Sistemas de Informação
Os serviços de inspeção vinculados ao CIDES-VRC dispõem de sistemas de
informação completos com todas as informações necessárias para a gestão dos
estabelecimentos registrados. O sistema de informação utilizado nos serviços de inspeção é
realizado de forma manual. As atividades de inspeção nos estabelecimentos são realizadas pelos
médicos veterinários oficiais de cada município ou executados por médico veterinário do
consórcio em municípios que não possuem o técnico, sendo estas documentadas através de
relatórios, planilhas de inspeção e ofícios. Todos esses documentos são arquivados um no
estabelecimento, uma via no Serviço de Inspeção Municipal (SIM) e outra via no SIM/CIDESVRC, em mobiliários específicos e classificados de acordo com a função ou atividade a que se
referem. O arquivamento é feito por meio de pastas suspensas, carimbadas e de método de
ordem numérica, cada empresa registrada no SIM/CIDES-VRC recebe um número (cronológico) e
seus arquivos (pastas) ficam vinculados a este.
O consórcio possui um sistema de informação com dados do processo de cada serviço de
inspeção, sendo que todos os documentos são protocolados e arquivados em armários na sede
do SIM/CIDES-VRC, por meio de pastas específicas e separadas por municípios. Exemplo:
1. SIM de Nobres – MT:
1.1. Legislação SIM e Decreto que complementa a Lei SIM Municipal;
1.2. F.A.I. (Ficha de atendimento individual);
1.3. Relatório de Auditoria Final;
1.4. Programa de Trabalho;
1.5. Relatório de Supervisão Estabelecimento;
1.6. Check list do SISBI/POA;
1.7. Protocolo.
Além disso, o consórcio disponibiliza de arquivos para guarda de outros documentos que
estão alocados em armários e arquivados em pastas. As pastas são numeradas da seguinte
forma:
1. Ofícios expedidos e recebidos;
2. Protocolo de documentos recebidos;
3. Certificados de treinamentos;
4. Programa de Trabalho;
5. Requerimentos Internos;
6. Relatórios de auditorias SIM/CIDES-VRC/MAPA;
7. Registro de Reuniões e Treinamentos.
Documentos dos serviços são protocolados e arquivados nas pastas específicas de
cada serviço, já documentos aleatórios recebidos são arquivados em pastas específicas.
2.3. Controle de Documentos
Os serviços de inspeção realizam o controle de entrada e saída de documentos de
forma manual, por meio de livros de protocolos e livros atas, alguns municípios por meio virtual
(sistema de protocolo).
O controle de entrada dos documentos é realizado por meio do livro de Protocolo,
onde os documentos recebidos pelo SIM/CIDES-VRC devem ser descritos em um livro
específico, que deve conter o remetente, a discriminação do documento, número, data e assinatura
do responsável. Todos os documentos recebidos devem receber uma numeração contínua,
conforme a sequência do livro de protocolo e devem ser arquivados em pasta específica.
Já para o controle de saída dos documentos é realizado por meio de ofícios, onde
todos os ofícios expedidos pelo SIM/CIDES-VRC são discriminados em um livro ou pasta
específica, contendo o número e ano, a data, destinatário, assunto e assinatura do responsável
pelo SIM/CIDES-VRC. Todos os ofícios devem seguir uma numeração contínua, por ano,
conforme sequência do livro de ofícios expedidos. Devem ser arquivados em ordem
cronológica, contendo data e nome da pessoa que recebeu o ofício.
3. Infraestrutura Administrativa
3.1. Estrutura Física
O consórcio tem a finalidade de manter o histórico documental de todos os municípios
consorciados, e também é o local onde ficam os funcionários responsáveis pela estruturação e o
suporte aos serviços de inspeção dos municípios que tenham interesse em aderir ao SISBI/POA.
Entretanto, com o objetivo de fomentar apenas atividades ligadas ao SISBI/POA a
estrutura do consórcio atualmente permite um adequado atendimento as demandas dos serviços
de inspeção consorciados.
As estruturas físicas do serviço de inspeção consorciados ficam localizadas em cada
município específico. Os serviços têm como finalidade realizar a inspeção e a fiscalização nos
estabelecimentos registrados.
3.2. Materiais e Equipamentos
O consórcio possui mobiliário, equipamentos de informática, materiais de apoio
administrativo e veículo próprio.
A quantidade de materiais e equipamentos está descrita abaixo:
01 Veículo disponível para as atividades administrativas. Com a possibilidade
de fazer adesão de ata de registro de preços para aquisição de mais veículos;
01 mesas de escritório formato em L;
02 cadeiras;
01 mesa para reuniões;
01 aparelho de TV 50 polegadas;
01 computadores;
01 impressora multifuncional;
02 armários com chave de madeira;
Lápis, caneta, grampeadores, pastas, clipes.
3.3. Laboratórios
O consórcio não possui laboratório próprio, mas realizou um Termo de Cooperação
Técnica CIDES.VRC Nº 001/2024 com o laboratório abaixo descrito, com a finalidade de atender
às exigências do MAPA para adesão do Consórcio ao SISBI-POA com relação à realização de
análises de produtos de origem animal, oficiais, do Serviço de Inspeção Municipal coordenados
e/ou executados pelo CIDESAT, reconhecendo que o CENTROLAB atende e segue as
metodologias exigidas pelo MAPA ( https://www.gov.br/agricultura/ptbr/assuntos/inspecao/produtosanimal/analises-laboratoriais-anuarios-programas), Regulamento
Técnico de Identidade e Qualidade (RTIQ), e também previstas no artigo 9 da Resolução RDC
ANVISA 724 de 2022 (https://in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-rdc-n-724-de-1-de-julho-de-2022413364812):
Laboratórios de Microbiologia Molecular de Alimentos e Laboratório de
Bromatologia pertencentes ao CENTROLAB/UFMT
Av. Fernando Corrêa da Costa, 2367 - Bloco Fundação Uniselva - Campus UFMT
Bairro: Boa Esperança – Cuiabá – MT CEP: 78068-600
Contato: eduardo.figueiredo@ufmt.br / (65) 3615-8589
As análises oficiais realizadas pelo Serviço de Inspeção serão encaminhadas ao
laboratório credenciado. Os serviços encaminham anualmente as análises Microbiológicas e
Físico-químicas de todos os produtos registrados e da água de abastecimento. Todos os custos
das análises são de reponsabilidade dos estabelecimentos registrados no serviço.
Quanto a listagem de análises laboratoriais oficiais que são realizadas pelo Serviço de
Inspeção nos produtos registrados, é seguido o que descrevem as legislações e também o que
está previsto pelo MAPA, através do programa de avaliação de conformidade de padrões físicoquímicos e microbiológicos de produtos de origem animal comestíveis e água de abastecimento
através do link: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/inspecao/produtos-animal/analiseslaboratoriais-anuarios-programas.
4. Execução das Ações de Inspeção e Fiscalização
4.1. Inspeção e Fiscalização de Rotina
Cada serviço de inspeção possui um programa de trabalho individual, contendo todas
as atividades de inspeção e fiscalização que são realizadas durante o ano nos estabelecimentos
registrados. O programa contempla os dados gerais do órgão, a legislação pertinente, a relação
dos estabelecimentos registrados, a relação de estabelecimentos indicados ao SISBI/POA
quando necessário, cronograma com a frequência das inspeções, análises de produtos e água de
abastecimento, controle de formulação e aferição de peso, fiscalização in loco e documental,
controle de rotulagem, ações de educação sanitária e de combate a clandestinidade, auditorias,
controle da atualização de documentos e cronograma de capacitação do pessoal técnico.
Além disso, o programa contempla a descrição dos dados gerais dos municípios, dos
recursos humanos, da estrutura física, do sistema de informação e uma tabela para justificativas
de não cumprimento dos cronogramas previstos no programa. O programa de trabalho será
atualizado anualmente pelos médicos veterinários dos serviços de inspeção.
Todos os médicos veterinários que realizam atividade de inspeção permanente e
periódica seguem as regras descritas na lei e no decreto municipal, bem como, as instruções de
trabalho do SIM/CIDES-VRC para realizar as fiscalizações nos estabelecimentos registrados. A
definição da carga horaria é definida no manual de procedimentos para equivalência do SIM ao
SISBI.
A forma como são realizadas as inspeções e fiscalizações estão detalhadas nos Itens
4.1.1 e 4.1.2.
4.1.1. Inspeção Permanente
Os serviços de inspeção integrantes ao consórcio possuem um total de 09
estabelecimentos de inspeção permanente registrados. Os municípios e a quantidade de
estabelecimentos registrados estão citados na tabela abaixo:
MUNICÍPIO ESTABELECIMENTO
Acorizal – MT 0
Barão de Melgaço – MT 0
Chapada dos Guimarães – MT 0
Cuiabá – MT 0
Jangada – MT 0
Nobres – MT 01 - Abatedouro Bovino
Nossa Senhora do Livramento – MT 0
Nova Brasilândia – MT 0
Paranatinga - MT 0
Planalto da Serra – MT 0
Poconé – MT 01 - Abatedouro Bovino
Rosário Oeste – MT 0
Santo Antônio de Leverger – MT 0
Várzea Grande - MT
01- Abatedouro Ovino
Todos os estabelecimentos de inspeção permanente citados na tabela possuem
médicos veterinários contratados por meio de concurso público e por meio de contratos. Nos
municípios que não possuem auxiliares de inspeção, a velocidade de abate é reduzida, e por
conta disso, o médico veterinário oficial consegue realizar as atividades de inspeção sem
auxiliares. Sempre que houver abate, o médico veterinário deve realizar a liberação dos animais
através da Planilha de Inspeção ante-mortem, conforme o anexo 04 da Instrução de Trabalho nº
01 - Gestão de documentos (a ser publicada), fazendo a conferência dos boletins sanitários ou
documento equivalente, do guia de transito animal (GTA) e verificando o estado de saúde dos
animais. Após a inspeção ante-mortem, é realizada a liberação da sala de abate, através da
planilha de procedimento padrão de higiene pré-operacional – Liberação de Abate, disponível na
Instrução de Trabalho n° 07 – anexo 05 (a ser publicada), estando apta, inicia-se o abate.
Durante o abate, é realizado o controle das vísceras condenadas através da planilha de
condenação de vísceras (suínos, bovinos, frangos), disponível na Instrução de Trabalho nº 01 –
anexo 05 (a ser publicada). Caso alguma carcaça estiver comprometida, são dados o destino e o
julgamento conforme descrito na legislação federal e anotado na planilha de condenações e
aproveitamento condicional, disponível no anexo 06 da Instrução de Trabalho nº 01 (a ser
publicada). Além disso, para a comprovação das horas descritas na tabela, o servidor deve
preencher a Ficha de Atendimento Individual, disponível na instrução de trabalho nº 01 – anexo
02 (a ser publicada).
No final de cada mês, o médico veterinário oficial realiza o registro dos dados
nosográficos dos abates, conforme disponível na Instrução de Trabalho nº 01 – anexo 7 (a ser
publicada), ou seja, faz um compilado com todas as informações de número de animais abatidos,
número de vísceras e carcaças condenadas. Esse documento é assinado pelo médico veterinário
e arquivado em pasta especifica no estabelecimento, no serviço de inspeção e no CIDES-VRC.
Quando o estabelecimento apresentar alguma não conformidade na avaliação
documental do ante-mortem, o médico veterinário deve tomar ação fiscal e gerar um relatório de
não conformidade, conforme anexo 08 da Instrução de Trabalho nº 07 e 08 (a ser publicada).
Quando houver comprometimento nas vísceras e carcaças, a ação do médico veterinário e/ou
auxiliar de inspeção, dependendo da causa, deve ser a condenação e/ou aproveitamento
condicional, sendo que o destino e julgamento deve ser conforme a legislação federal. Quando
houver não conformidades no procedimento padrão de higiene pré-operacional – liberação de
abate, o médico veterinário deve verificar, primeiramente, se o estabelecimento apontou a não
conformidade nos controles internos com ação efetiva, caso não tenha sido apontado pelo
estabelecimento, o médico veterinário deve tomar ação fiscal e fazer o registro da não
conformidade na planilha e, posteriormente, gerar um relatório de não conformidade.
4.1.2. Inspeção Periódica
Os parâmetros utilizados para definição da fiscalização são baseados no Risco
Estimado (RE), e serão obtidos pela caracterização dos seguintes riscos:
• Risco associado ao Volume de produção (RV);
• Risco associado ao Produto (RP); e
• Risco associado ao Desempenho do estabelecimento quanto ao atendimento à
legislação aplicável à fiscalização (RD).
O RE de cada estabelecimento registrado é calculado de acordo com o procedimento
de cálculo do risco estimado associado ao estabelecimento de inspeção periódica previsto na
Instrução de trabalho nº 09 (a ser publicada). Através desse cálculo é definido a frequência das
inspeções e fiscalizações periódicas dos estabelecimentos em seu anexo.
O quadro de pessoal é composto pelo médico veterinário, coordenador do serviço de
inspeção, pelo médico veterinário, fiscal do serviço de inspeção e pela assistente administrativa.
Os procedimentos realizados na inspeção periódica, se materializam na verificação dos
elementos de controle descrita na Instrução de trabalho nº 09
Os registros que evidenciam a execução das ações de inspeção são os relatórios de
inspeção arquivados na sede do Serviço de Inspeção nas pastas dos estabelecimentos. O
cumprimento do cronograma de execução das inspeções periódicas é realizado conforme
planejamento anual e registrado nos formulários de verificação dos elementos de controle.
Os municípios e a quantidade de estabelecimentos registrados estão citados na tabela
abaixo:
MUNICÍPIO ESTABELECIMENTO
Acorizal – MT 0
Barão de Melgaço – MT 0
Chapada dos Guimarães – MT 0
Cuiabá – MT
08 - Unidades de beneficiamento de carne e produtos
cárneos.
03 - Unidades de beneficiamento de pescado e
produtos de pescado.
01 - Unidade de beneficiamento de produtos de
abelhas.
Jangada – MT 0
Nobres – MT
02 - Unidades de beneficiamento de pescado e
produtos de pescado.
Nossa Senhora do Livramento – MT
01 - Unidade de beneficiamento de pescado e produtos
de pescado.
03 - Unidades de beneficiamento de leite e derivados.
Nova Brasilândia – MT
01 - Unidade de beneficiamento de produtos de
abelhas.
Paranatinga - MT 0
Planalto da Serra – MT 0
Poconé – MT 0
Rosário Oeste – MT
01 - Unidade de beneficiamento de produtos de
abelhas.
Santo Antônio de Leverger – MT 0
Várzea Grande – MT
06 - Unidades de beneficiamento de carne e produtos
cárneos.
01 - Unidade de beneficiamento de produtos de
abelhas.
03 - Unidades de beneficiamento de pescado e
produtos de pescado.
4.1.3. Inocuidade, Identidade e Qualidade dos Produtos
Para o controle da inocuidade dos produtos os serviços de inspeção seguem o descrito
na Instrução de Trabalho n° 03 (a ser publicada), a qual descreve todos os procedimentos sobre
análises microbiológicas e físico químicas de alimentos e água. Nesta instrução está descrito
desde a forma de coleta dos produtos e da água, os documentos que devem acompanhar a
análise, os materiais necessários, o transporte, a frequência de coleta e as particularidades.
Todos os resultados das análises laboratoriais de produtos são avaliados e devem seguir os
padrões descritos nos RTIQ e nas legislações vigentes. As ações fiscais adotadas em casos de
violação dos padrões estabelecidos na legislação, estão descritas na mesma instrução de
trabalho.
Em relação a frequência das coletas, são realizadas ao menos uma análise oficial
microbiológica e físico química de cada produto registrado e da água de abastecimento,
anualmente. O cronograma com a distribuição das coletas está descrito nos programas de
trabalho de cada serviço de inspeção.
Para o controle da identidade e qualidade dos produtos é seguido o descrito na instrução de
trabalho nº 03 (a ser publicada), a qual descreve todos os procedimentos de registro de produtos
regulamentados, bem como, os não regulamentados e o controle da rotulagem, bem como, a
avaliação da inocuidade e identidade destes produtos e a frequência de atualização de memoriais
de fabricação de produtos.
4.1.4. Programas de Autocontrole
Para implantação, avaliação e verificação oficial dos programas de autocontrole, os
serviços de inspeção e os estabelecimentos seguem o descrito na Instrução de Trabalho nº 07 (a
ser publicada), a qual descreve como devem ser descritos os programas de autocontrole pelos
estabelecimentos e como os serviços realizam a verificação oficial. Nesta instrução estão
previstos e descritos os procedimentos de 18 programas de autocontroles qu e os
estabelecimentos devem descrever, implantar, monitorar e verificar. Para aqueles
estabelecimentos que realizam comércio apenas no âmbito municipal ou consorcial, devem
implantar no mínimo 5 programas de autocontrole, já para os integrantes do SISBI/POA, todos ou
conforme a necessidade.
Segue abaixo a lista dos programas de autocontrole que devem ser implantados pelos
estabelecimentos:
Código Programas de Autocontrole
01 Manutenção de instalações e equipamentos;
02 Vestiários, sanitários e barreiras sanitárias;
03 Iluminação;
04 Ventilação;
05 Captação, tratamento e distribuição da água de abastecimento;
06 Águas residuais;
07 Controle integrado de pragas;
08 Procedimentos Padronizados de Higiene Operacional - PPHO;
09 Higiene, hábitos higiênicos, do treinamento e saúde dos operários;
10 Procedimentos sanitários das operações – PSO;
11 Matérias-primas, ingredientes, material de embalagem e rastreabilidade;
12 Controle das temperaturas;
13 Calibração e aferição de instrumentos de controle de processo;
14 Controles laboratoriais, análises e recall de produtos;
15 Controle de formulação dos produtos;
16 Bem-estar animal;
17 Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle – APPCC;
18 Material Específico de Risco (MER).
Os procedimentos de autocontroles devem ser descritos em forma de documentos
auditáveis e praticáveis pelos estabelecimentos, conforme estrutura padronizada no anexo 01 da
instrução de trabalho nº 07 (a ser publicada).
Os programas de autocontrole devem ser entregues, em duas vias ao SIM/CIDES-VRC
para aprovação. Os fiscais devem avaliar se os mesmos comtemplam as orientações mínimas
contidas na instrução de trabalho, se estão conforme são aprovados. Após aprovados, os
estabelecimentos devem colocar em pratica, e a partir de então, terão sua execução verificadas
pelo serviço de inspeção oficial.
Em relação a atualização dos programas de autocontrole, os mesmos devem ser
atualizados sempre que a empresa ou o serviço verifique que o mesmo não está sendo eficiente
(recorrência de não conformidades) ou quando ocorrerem modificações na estrutura, fluxo,
processos, utensílios e demais casos. Os ajustes em tabelas que não impliquem em alterações
nos PAC’s não necessitam ser aprovadas pelo SIM/CIDES-VRC. Nos demais casos, a empresa
deve enviar ao SIM/CIDES-VRC o PAC, em duas vias com as alterações para nova avaliação e
aprovação.
Para a verificação dos programas de autocontrole, cada serviço de inspeção oficial
possui no programa de trabalho um cronograma de fiscalização documental, o qual é realizado
anualmente pelos fiscais e deve contemplar a verificação de todos os autocontroles no período de
um ano. Quando for detectada uma não conformidade em relação a aplicação dos autocontroles
pelos estabelecimentos, deve ser tomada ação fiscal. A ação fiscal deve ser relatada na planilha
de fiscalização e deve ser realizado um relatório de não conformidade – RNC, sempre que
houver não conformidades. O RNC poderá ser lavrado em qualquer momento da fiscalização,
quando identificado uma não conformidade, sendo está embasada nos autocontroles das
empresas, instruções de trabalho e nas legislações pertinentes. Em alguns casos quando forem
registrados RNC’s por um mesmo motivo, recorrente, que não seja considerado crítico, poderá
ser lavrado, em três vias, Auto de Infração, ficando a critério do serviço de inspeção. Nesse caso,
os RNC’s devem ser citados como elementos de convicção no auto de Infração. Além disso, nos
casos em que a não conformidade seja crítica, podendo comprometer a inocuidade do produto e
colocar em risco a saúde pública, deverá ser preenchido o Auto de Infração já com o primeiro
RNC, sempre em três vias. Além disso, poderão ser emitidos autos de interdição e autos de
apreensão.
Os procedimentos de controle de rastreabilidade que devem ser implementados pelos
estabelecimentos estão descritos na Instrução de Trabalho nº 04.
Para avaliar os controles de rastreabilidade implementados pelos estabelecimentos, os
serviços de inspeção seguem o descrito na Instrução de Trabalho nº 04 (a ser publicada), a qual
descreve sobre como é realizada a verificação da rastreabilidade. Os estabelecimentos devem
entregar ao serviço até o 10° dia de cada mês subsequente, os relatórios de recebimento de
matéria-prima, bem como, os controles de produção e expedição de produtos, para que sejam
avaliados os controles de entrada e saída dos produtos.
4.1.5. Autuação e Aplicação de Penalidades
A organização administrativa que inclui os procedimentos descritos para autuação e
aplicação das penalidades está prevista na Instrução de Trabalho nº 08 (a ser publicada), a qual
descreve sobre a aplicação de autos de infração, bem como, o controle, seus trâmites e as
instâncias julgadoras. As estatísticas das infrações aplicadas em cada estabelecimento, são
encontradas nos serviços de inspeção dos municípios e são organizadas em forma de compilado
de auto de infração, contendo data, número do auto de infração, assunto e status.
4.2. Supervisões
A verificação da manutenção da equivalência ao SISBI/POA é de competência do
CIDES-VRC e contempla supervisões nos estabelecimentos e nos serviços de inspeção.
Nos estabelecimentos são realizadas supervisões anuais em conjunto com o serviço
de inspeção, de acordo com o cronograma estabelecido no programa de trabalho do serviço de
inspeção. Para esse procedimento, utiliza-se o Check List de Supervisão em Estabelecimento
disponível na Instrução de Trabalho n° 01 em seu anexo 03 (a ser publicada). Além da supervisão
anual, são realizadas, duas visitas técnicas aos estabelecimentos para a avaliação dos
procedimentos, sendo essas registradas na Ficha de Atendimento Individual (F.I.A) anexo 02 da
Instrução de Trabalho nº 01 (a ser publicada).
Nos serviços de inspeção são realizadas, anualmente, 04 (quatro) supervisões, através
da verificação documental, as quais são registradas através do checklist de supervisão
documental SIM/CIDES-VRC disponível no anexo 03 da Instrução de Trabalho nº 01 (a ser
publicada).
A atividade de supervisão nos estabelecimentos integrantes do SISBI/POA consiste em
avaliar estruturalmente e documentalmente as ações de fiscalização do médico veterinário oficial
frente as não conformidades existentes nos estabelecimentos. Quando da ocorrência de não
conformidades no relatório, o estabelecimento deve elaborar e apresentar para o serviço, o plano
de ações corretivas disponível na Instrução de Trabalho n° 01 – anexo 03 (a ser publicada), para
a correção das mesmas, sendo que este plano deve ser avaliado e acompanhado pelo fiscal, o
qual deve verificar o cumprimento da correção das não conformidades apontadas na supervisão.
A atividade de supervisão nos serviços de inspeção equivalentes consiste em verificar
o cumprimento dos cronogramas do programa de trabalho do serviço e quais as ações do médico
veterinário oficial diante do não cumprimento dos mesmos. A correção das não conformidades
apontadas no checklist, são verificadas na próxima visita do médico veterinário do consórcio no
serviço.
4.3. Coleta de Amostras para Análise Laboratorial
Para a coleta de amostras de análises laboratoriais de produtos, matérias primas e da
água, deve ser seguido o que está descrito na Instrução de Trabalho nº 05 (a ser publicada). Os
procedimentos descritos na instrução de trabalho estão previstos nos decretos que regulamentam
as leis do serviço de inspeção.
Todos os serviços de inspeção vinculados ao consórcio, dispõem de uma programação
de atividades voltadas a coleta de amostras de análises laboratoriais microbiológicas e físicoquímicas, as quais estão contidas no programa de trabalho de cada serviço e devem ser
coletadas com frequência mínima anual de uma amostra por produto registrado e da água.
Os registros de monitoramento da execução das atividades de coleta, bem como as
ações fiscais tomadas quando os resultados das análises laboratoriais se apresentam fora dos
padrões exigidos na legislação, ficam arquivados em pasta especifica no serviço de inspeção.
4.4. Prevenção e Combate à Fraude Econômica
Para a prevenção e combate à fraude econômica, deve ser seguido o que está descrito
na Instrução de Trabalho nº 06 (a ser publicada), disponível em anexo. Os procedimentos
descritos na instrução de trabalho estão previstos nos decretos que regulamentam as leis do
serviço de inspeção.
As ações de prevenção de combate à fraude econômica realizadas pelos serviços de
inspeção, são as de controle de formulação de produtos, controle de aferição de peso/volume,
controle de entrada e saída da quantidade de produtos (rastreabilidade), bem como análises
físico-químicas.
As providências adotadas diante dos resultados fora do padrão são realizados
conforme o tipo de desvio e estão descritas nas ações fiscais previstas na instrução de trabalho,
sendo registradas e arquivadas em pastas específicas no serviço de inspeção.
Em casos de reincidência nas violações das normas de industrialização dos produtos
de origem animal, é instituído o Regime Especial de Fiscalização – REF como forma de
prevenção e combate à fraude econômica dos produtos. A previsão do procedimento de REF está
descrito também na instrução de trabalho nº 06.
4.5. Combate à Atividade Clandestina
O comércio de produtos de origem animal clandestinos é um dos maiores desafios
para os serviços de inspeção e seu combate requer ações enérgicas para que se tenham
resultados efetivos.
As atividades de combate a clandestinidade são realizadas em conjunto com órgãos de
saúde ou de segurança pública, como por exemplo a vigilância municipal, polícia militar, entre
outros. Geralmente, as atividades realizadas são: fiscalização em trânsito e ações conjuntas com
a vigilância sanitária.
Os serviços de inspeção devem programar as atividades nos respectivos programas de
trabalho, sendo que a frequência deve ser de no mínimo uma vez ao ano. As ações devem ser
registradas através de fotografias, relatórios e outros métodos que comprovam a realização da
atividade.
4.6. Educação Sanitária
As ações de educação sanitária são realizadas pelos serviços de inspeção municipais
com o intuito de conscientização da população em geral, levando conhecimento aos produtores e
ao público em geral da importância do registro das agroindústrias e dos produtos de origem
animal, dos riscos à saúde do consumidor quando se consome alimentos de origem animal que
não foram inspecionados, da importância para a economia local do município quando se criam
agroindústrias, gerando emprego e renda e do registro dos produtos de origem animal
legalizando-os para serem comercializados de forma segura.
É um processo contínuo que utiliza meios e técnicas capazes de educar e desenvolver o
público-alvo. Geralmente, são realizadas em forma de palestras em escolas, associações,
cooperativas, sindicatos, panfletagem, palestras de boas práticas de fabricação para
manipuladores de alimentos e produtores rurais, entrevistas em rádio sobre a importância do
serviço de inspeção, reportagem em jornal sobre consumo de produtos de origem animal
inspecionado, entre outras formas de conscientização da população.
Os serviços de inspeção devem programar as atividades nos respectivos programas de
trabalho, sendo que a frequência deve ser de no mínimo uma ao ano. As ações devem ser
registradas através de fotografias, relatórios e outros métodos que comprovam a realização da
atividade.
Todas as ações de educação sanitária executadas até o momento são de responsabilidades
do médico veterinário oficial e estão arquivadas em pastas especificas no Serviço de inspeção.
5. Programa de Capacitação
Os cursos e treinamentos serão realizados através de parcerias com instituições
Federais, Estaduais e pelo Município, via modalidade virtual e/ou presencial.
Serão realizados no mínimo dois treinamentos anualmente, para os Médicos Veterinários
dos Serviço de Inspeção Municipal.
Nome do curso/evento
Público Alvo Modalidade
ANO
2023
ANO
2024
Médicos
Veterinários
Oficiais
Auxiliares
Oficiais
Te
r
c
e
ir
o
s
P
re
s
enc
ial
S
e
m
ipr
es
e
n
c
ial
EAD
Capacitação em Abatedouro
de bovinos.
01 X
X
Visitas Técnicas no SIM de
outros municípios.
04 X X
X
Pós-graduação Higiene e
Inspeção de POA.
01 X
X
Inspeção Sanitária de Mel e
Produtos das Abelhas.
01 X
X
Treinamento em Gestão
Técnico-administrativa do
SIM.
01 X X
Pós-graduação em
Vigilância Sanitária e
Inspeção de Alimentos.
01 X
X
Curso de Capacitação em
Boas práticas de fabricação
de alimentos.
01 X X
X
Reunião de nivelamento e
discussão sobre saúde
pública e segurança
alimentar.
01 VISA X X
X
Missão Técnica em parceria
com o SEBRAE (cadeia
produtiva do leite).
01 X
X
Reunião de nivelamento/
discussão sobre análise de
plantas arquitetônicas.
02 X
X
Coleta fiscal de produtos de
POA.
02 X
X
6. Relação de estabelecimentos interessados em realizar comércio interestadual
Número
Nome ou Razão
Social
CNPJ/CPF
Nº Registro no
Serviço
Classificação
01 Vitória Pescados
13.971.852/000178
005
Unidade de beneficiamento de
pescados
02 Biomendes
02.573.466/000101
006
Unidade de beneficiamento de
produtos de abelhas
03
Silva e Andrade
LTDA
21.685.832/000169
012
Unidade de beneficiamento de
carnes e produtos cárneos
04
Quinta da
Cartucheira
07.950.742/000127
3 Granja Leiteira
7. Declaração
Declaramos estar ciente da necessidade de manter atualizados este Programa de Trabalho e as
informações prestadas no Cadastro Geral do SISBI-POA, sobre este Serviço de Inspeção, os
estabelecimentos e os produtos registrados, através do sistema eletrônico e-SISBI, para avaliação do
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, sob risco de comprometer o processo de avaliação de
equivalência e adesão ao SISBI-POA deste Serviço a qualquer momento.
8. Identificação do Responsável e Data de Elaboração
CUIABÁ – MT, 26 de Julho de 2024.
_______________________________________
Ana Carolina Silva de Faria Alves
Médica Veterinária
Coordenadora do Serviço de Inspeção do Consórcio CIDES Vale do Rio Cuiabá
9. Anexos
9.1 – Instruções de Trabalho (em revisão)
9.2 – Estabelecimentos com registro no SIM dos referidos municípios (dados enviados pelos estabelecimentos para realização do cadastro no eSISBI)
N
RE
GIS
TR
O
NO
S.I.
M
NOME
FANTASIA
NOME OU
RAZÃO SOCIAL
CPF OU
CNPJ
CLASSIFICAÇ
ÃO
ENDEREÇO
BAIRRO/
DISTRITO/
COMUNID
ADE
MUNICIPIO TELEFONE E-MAIL
DATA DE
REGISTRO DO
ESTABELECI
MENTO NO
S.I.M
N PROCESSO
DE REGISTRO
PRODUTOS
REGISTRADOS
STATUS
DO
ESTABELE
CIMENTO
CAPACIDADE
DE
PRODUÇÃO
32
SIER COMÉRCIO
E SERVIÇO
LTDA.
S.M.S REIS - EPP
04.217.555
/0001-40
ENTREPOSTO/
FÁBRICA DE
PRODUTOS
CÁRNEOS
R:
AFEGANISTÃO,
Nº 118
MONTE
LIBANO
CUIABÁ
(65) 984787176
sieralimentos
@gmail.com
12/05/2005 6 ATIVO 3000 kg /dia
37
CASA DO
SALAME
INDÚSTRIA DE
SALAME MF –
LTDA
10.686.211
/0001-83
ENTREPOSTO/
FÁBRICA DE
PRODUTOS
CÁRNEOS
R: NOVA
IGUAÇU, Q.
20, L. 14
JARDIM
PRESIDENTE
CUIABÁ
(65) 33521128/
984130513
industriadesa
lame@gmail.
com
09/03/2010 455676-2 ATIVO 200 kg /dia
59
FAVERI CARNES
E CIA
FAVERI CORTES
ESPECIAIS EIRILI
24.140.619
/0001-60
ENTREPOSTO/
FÁBRICA DE
PRODUTOS
CÁRNEOS
R: BUENOS
AIRES, Nº31
JARDIM DAS
AMÉRICAS
CUIABÁ
(65) 33210008
ettorefaveri@
gmail.com
05/08/2022
00.085.081/201
9-1
ATIVO 5000 kg / dia
60
PEIXARIA
IMPÉRIO DO
PEIXE
DEVANILDO
JOAQUIM DA
ROCHA - ME
26.195.599
/0001-50
ENTREPOSTO
DE PESCADO
ROD.
EMANUEL
PINHEIRO, Nº
JARDIM
VITÓRIA
CUIABÁ
(65) 999519683/ 984785846
imperiodopei
xevivo@outlo
ok.com
07/10/2020
00.008.120/202
0-1
ATIVO 500kg/ dia
61 COOPESCA
COOPERATIVA DE
TRABALHO
ENTREPOSTO DE
PESCADO
35.689.724
/0001-79
ENTREPOSTO
DE PESCADO
AV. 08 DE
ABRIL, Nº 143,
BOX 50
PORTO CUIABÁ
(65) 999843225
coopesca.por
to@gmail.co
m
25/03/2022
00.037.017/202
0-1
ATIVO 3000 kg / dia
62
SUPERMERCADO
BIG LAR (DUQUE
DE CAXIAS)
GIRUS MERCANTIL
LTDA.
73.909.400
/0003-50
ENTREPOSTO/
FÁBRICA DE
PRODUTOS
CÁRNEOS
AV. MIGUEL
SUTIL, Nº
10.223
DUQUE DE
CAXIAS
CUIABÁ
(65) 993093563
ricmarqueslei
te@hotmail.c
om
16/03/2022
00.111.417/202
2-1
ATIVO 300 kg / dia
63
EMPÓRIO
DELÍCIAS DO
MAR
CRISTINA Y.
MENDES FEIO ME.
00.223.562
/0001-02
ENTREPOSTO
DE PESCADO
R: MARECHAL
MASCARENHAS
DE MORAES, Nº
360
DUQUE DE
CAXIAS
CUIABÁ
(65) 33214790/ 33224790
consultoria@
mvxmt.com.
br
24/03/2022
00.110.440/202
1-1
ATIVO 126 kg /dia
64
SUPERMERCADO
BIG LAR (JD.
AMERICAS)
GIRUS MERCANTIL
LTDA.
73.909.400
/0004-30
ENTREPOSTO/
FÁBRICA DE
PRODUTOS
CÁRNEOS
AV. BRASILIA,
Nº 650
JARDIM DAS
AMÉRICAS
CUIABÁ
(65) 36185900/ 993093563
ricmarqueslei
te@hotmail.c
om
16/05/2022
00.040.025/202
2-1
ATIVO 300 kg / dia
65
ESTAÇÃO DO
ESPETO
DORACI PEREIRA
DOS SANTOS
LTDA.
13.108.889
/0001-77
ENTREPOSTO/
FÁBRICA DE
PRODUTOS
CÁRNEOS
R 128 (LOT N
HAB TIJUCAL,
ST 01), Nº 05,
Q. 34, L. 03
TIJUCAL CUIABÁ
(65) 999641621/ 999223349
doracipereira
dossantos@ho
tmail.com
17/07/2023
00.028.816/202
3-1
ATIVO 1500 kg / dia
66
AÇOUGUE FILÉ
DO BOI
AÇOUGUE FILÉ
DO BOI EIRELE
32.001.777
/0001-67
ENTREPOSTO/
FÁBRICA DE
PRODUTOS
CÁRNEOS
AV. NEWTON
RABELLO DE
CASTRO, N°18
PEDRA 90 CUIABÁ
(65) 996956313/ 92436449
financeirofile
doboi1@gmai
l.com
01/11/2023
00.127.197/202
2-1
ATIVO 180kg / dia
CUIABÁ- RELAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS
67 VM LEITE
VANDECLEIA
PROCHNOW
43.243.819
/0001-92
ENTREPOSTO/
FÁBRICA DE
LATICINIOS
Av. PRINCIPAL,
S/N
DISTRITO
DA GUIA,
CONJ.
RURAL
TERRA
VERMELHA
CUIABÁ
(65)999794864
vandecleiapr
ochnow.6@g
mail.com
05/04/2024
00000.0.006136
/2024
ATIVO 20 litros / dia
55
Lelis
Charcutaria
LF INDUSTRIA E
COMERCIOS DE
PRODUTOS
ALIMENTICIOS
EIRELI
23.593.843
/0001-63
ENTREPOSTO/
FÁBRICA DE
PRODUTOS
CÁRNEOS
Rua General
Rabelo , N°
308 ,
DUQUE DE
CAXIAS
CUIABÁ
(65) 30282880
lfindustria@g
mail.com
07/11/2016
0.102.932
/2016-1
SUSPENSO
SEM
INFORMAÇÕES
ATUALIAZADAS
N
RE
GIS
TR
O
NO
S.I.
M
NOME
FANTASIA
NOME OU
RAZÃO SOCIAL
CPF OU
CNPJ
CLASSIFICAÇ
ÃO
ENDEREÇO
BAIRRO/
DISTRITO/
COMUNID
ADE
MUNICIPIO TELEFONE E-MAIL
DATA DE
REGISTRO DO
ESTABELECI
MENTO NO
S.I.M
N PROCESSO
DE REGISTRO
PRODUTOS
REGISTRADOS
STATUS
DO
ESTABELE
CIMENTO
CAPACIDADE
DE
PRODUÇÃO
SIM/
001
PISCICULTURA
FALCÃO
PISCICULTURA
FALCÃO
237.417.16
9-87
PESCADO
Estrada da
Bica D’Água,
Zona Rural –
Km 3, Caixa
Postal 62,
Bairro:
Cocalzinho –
CEP: 78.460COCALZINH
O
NOBRES-MT
(65) 999987556
gibahoepers@
gmail.com
31/07/2023 001/2023
TABATINGA RESFRIADO
E CONGELADO
ATIVO
500 KG/DIA (1X
POR SEMANA)
SIM/
002
D&T
ABATEDOURO
D&T
ABATEDOURO
12.029.251
/0001-88
CARNE BOVINA
Estrada
Chácara da
Mangueira, SN,
Bica D’água,
Zona Rural –
CEP: 78.470000
BICA
D'ÁGUA
NOBRES-MT
(65) 999043929
juniorvalim20
08@hotmail.c
om
28/09/2023 002/2023
CARCAÇA E MEIA
CARCAÇA BOVINA
ATIVO
1.500 KG/DIA
(1X POR
SEMANA)
SIM/
003
PEIXE NOBRE T.B. DA SILVA
53.732.895
/0001-15
PESCADO
Rod. MT 241,
km 18, S/N,
Fazenda
Borges, Zona
Rural
ROD. MT
241
NOBRES-MT
(65) 999431398
peixenobre20
@gmail.com
19/12/2023 003/2023
PEIXE TAMBATINGA
RESFRIADO E
CONGELADO; PEIXE
TAMBACU RESFRIADO E
CONGELADO; PEIXE
PINTADO RESFRIADO E
CONGELADO.
ATIVO
600 KG/DIA (1X
POR SEMANA)
NOBRES - RELAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS
N
RE
GIS
TR
O
NO
S.I.
M
NOME
FANTASIA
NOME OU
RAZÃO SOCIAL
CPF OU
CNPJ
CLASSIFICAÇ
ÃO
ENDEREÇO
BAIRRO/
DISTRITO/
COMUNID
ADE
MUNICIPIO TELEFONE E-MAIL
DATA DE
REGISTRO DO
ESTABELECI
MENTO NO
S.I.M
N PROCESSO
DE REGISTRO
PRODUTOS
REGISTRADOS
STATUS
DO
ESTABELE
CIMENTO
CAPACIDADE
DE
PRODUÇÃO
1
Produtos campo
alegre
Thainá Tavares
de Souza
3760208/0
001-64
granja leiteira
Estância Santa
Maria
Comunidad
e Campo
Alegre de
Baixo
Nossa Senhora
do Livramento
65 9.99375574
thaina.tavare
s_@hotmail.c
om
01/11/2020 1
Queijo Frescal,
Mussarela, Queijo
trançinha, queijo
cabaçinha, queijo
nózinho, doce de leite
em barra e doce de
leite em pasta.
ativo 1000 litros/dia
2 AJ pescados
Adib José Abdo
Junior
19.205.613
/0001-93
entreposto de
pescado
Estância Nossa
Senhora
Aparecida
Comunidad
e Ribeirão
dos cocais
Nossa Senhora
do Livramento
65 9.99730998
adibabdojunn
ior@gmail.co
m
06/06/2016 2
meia banda de
tambaqui congelado,
filé de peixe
congelado
inativo 200 kg/dia
3
Quinta da
Cartucheira
Larissa Alves
Berte de Souza
33.428.148
/0001-80
granja leiteira
Fazenda
Cartucheira,
BR 070 km 564
Comunidad
e três
figueiras
Nossa Senhora
do Livramento
65 9.81550015
quintadacart
ucheira@gma
il.com
01/11/2020 3
Queijo diamante,
Queijo Rubi, Queijo
Esmeralda, Queijo
Ouro e Foudant de
leite.
ativo 300 litros/ dia
4
Rancharia
queijos
artesanais
Rancharia
Indústria e
Comercio de
Queijos
Artesanais
29.030.536
/0001-31
granja leiteira
Estrada da
Rancharia,
Fazenda Nossa
Senhora de
Fátima
Comunidad
e Rancharia
Nossa Senhora
do Livramento
65 9.99591989
estanciansfat
ima@gmail.c
om
01/11/2020 4
Queijo Frescal,
Mussarela, Queijo
trançinha, queijo
cabaçinha, queijo
nózinho, doce de leite
em barra e doce de
leite em pasta
inativo1000 litros/dia
5Vitória Pescados
Amarildo
Rodrigues da
Costa
13.971.852
/0001-80
entreposto de
pescado
Rodovia MT
060, Gleba
União
Mata Cavalo
Nossa Senhora
do Livramento
65 9.96022540
ludymila.f.n
@hotmail.co
m
03/10/2022 5
meia banda de
tambaqui congelado,
filé de peixe
congelado
ativao 1000 kg/dia
6
Associação
Aguaçu Monjolo
e São Manoel do
Pari
(APPRCAMP)
Associação dos
Agricultores e
Agricultoras
familiares das
Comunidades
Aguaçu Monjolo e
São Manoel do
Pari (APPRCAMP)
02.705.130
/0001-55
Fábrica de
doces
Sede da
Associação de
Agricultores
das
Comunidades
Aguaçu
Monjolo e São
Manoel do Pari
Comunidad
e São
Manoel do
Pari
Nossa Senhora
do Livramento
65 9.96962930
saomanoeldo
pari@gmail.c
om
09/06/2023 6
doce de leite em barra
e doce de leite em
pasta
ativo 200 litros/dia
NOSSA SRAª LIVRAMENTO - RELAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS
7Doces Dona Ana
Ana Lucia de
Almeida
23.506.864
/0001-85
granja leiteiraSitio 04 Irmãos
Comunidad
e
Mangueiral
Nossa Senhora
do Livramento
65 9.99178763
docesdonaan
a399@gmail.c
om
03/05/2022 7
doce de leite em barra
e doce de leite em
pasta, queijo frescal e
queijo meia cura
ativo 200 litros/dia
8
Doces Campo
Alegre
Ciro Ernesto de
Moraes
029.197.30
6/0001-48
Fábrica de
doces
Comunidade
Campo Alegre
de Baixo
Comunidad
e Campo
Alegre de
Baixo
Nossa Senhora
do Livramento
65 9.98165257
ciroernestom
oraes@gmail.
com
03/05/2022 8
Rapadura de leite,
rapadura de leite
saborizada, doce de
leite em pasta, doce
de leite em pasta
saboriado, cachorrada
e manteiga
ativo 400 litros/dia
N
RE
GIS
TR
O
NO
S.I.
M
NOME
FANTASIA
NOME OU
RAZÃO SOCIAL
CPF OU
CNPJ
CLASSIFICAÇ
ÃO
ENDEREÇO
BAIRRO/
DISTRITO/
COMUNID
ADE
MUNICIPIO TELEFONE E-MAIL
DATA DE
REGISTRO DO
ESTABELECI
MENTO NO
S.I.M
N PROCESSO
DE REGISTRO
PRODUTOS
REGISTRADOS
STATUS
DO
ESTABELE
CIMENTO
CAPACIDADE
DE
PRODUÇÃO
001
/20
24
MEL DO VALE
JOÃO AUGUSTO
BARBOSA DE
CAMPOS
780.502.78
1-15
ENTREPOSTO
DE MEL
AVENIDA
JOARI
BENEDITO DE
CAMPOS RUA
IPIRANGA
IPIRANGA
NOVA
BRASILANDIA
MT
(66)98441357
0
JOAOAUGUST
O.CAMPOS1@
HOTMAIL.CO
M
08/04/2024 1 MEL IN NATURA ATIVO 300KG DIÁRIO
NOVA BRASILANDIA- RELAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS
N REGISTRO
NO S.I.M
NOME FANTASIA
NOME OU RAZÃO
SOCIAL
CPF OU CNPJ CLASSIFICAÇÃO ENDEREÇO
BAIRRO/
DISTRITO/
COMUNIDA
DE
MUNICIPIO TELEFONE E-MAIL
DATA DE
REGISTRO
DO
ESTABELEC
N
PROCESSO
DE
REGISTRO
PRODUTOS
REGISTRAD
OS
STATUS DO
ESTABELEC
IMENTO
OBSERVAÇ
ÕES
CAPACIDAD
E DE
PRODUÇÃO
02
FRIGONÉ
FRIGORÍFICO
FRIGONÉ FRIGORÍFICO
LTDA
10.558.593/0001-60
FRIGORÍFICO - ABATE
DE BOVINOS
CHÁCARA SANTANA-ANTIGA ESTRADA
CUIABÁ-POCONÉ, KM 4,025 - CEP: 78.175000
ZONA RURAL POCONÉ
(65) 992155520
frigonefrigorifi
co@hotmail.co
m
12/06/2019 02
MEIACARCAÇAS E
MIÚDOS
ATIVO 50 cabeças/dia
RELAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS
N
RE
GIS
TR
O
NO
S.I.
M
NOME
FANTASIA
NOME OU
RAZÃO SOCIAL
CPF OU
CNPJ
CLASSIFICAÇ
ÃO
ENDEREÇO
BAIRRO/
DISTRITO/
COMUNID
ADE
MUNICIPIO TELEFONE E-MAIL
DATA DE
REGISTRO DO
ESTABELECI
MENTO NO
S.I.M
N PROCESSO
DE REGISTRO
PRODUTOS
REGISTRADOS
STATUS
DO
ESTABELE
CIMENTO
CAPACIDADE
DE
PRODUÇÃO
001
Mel de abelha
Apiário Stoffel
Celso Stoffel
496.861.86
1-15
Unidade de
Beneficiament
o de Produtos
de Abelhas.
Sítio do Mel,
Estrada da
ilha, 3 Km da
Rod MT 010
Gleba SocóRosário Oeste
(65) 996942648/ (65)
99613-3406
sim@rosarioo
este.mt.gov.
br
04/07/2024 Mel de Europa ATIVO 2.000 kg/ ano
ROSÁRIO OESTE- RELAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS
Nº
REGISTRO
NO S.I.M
NOME FANTASIA RAZÃO SOCIAL CNPJ
CLASSIFICAÇÃO DO
ESTABELECIMENTO
ENDEREÇO BAIRRO/ DISTRITO/ COMUNIDAD MUNICÍPIO TELEFONE E-MAIL
DATA DE
REGISTRO
Nº DE
PROCESSO DE
REGISTRO
PRODUTOS
REGISTRADOS
STATUS DO
ESTABELECIMENT
O
OBSERVAÇÕ
ES
CAPACIDADE DE
PRODUÇÃO
(MÁXIMA)
003 SEREIA PESCADOS SEREIA PESCADOS LTDA 52.586.442/0001-65
Unidade de beneficiamento de
pescados
Av. Principal, S/N, Pai André.
CEP 78.110-798
Pai André/Bonsucesso VÁRZEA GRANDE 65-99623-3521 sereiapescados.mt@gmail.com 21/11/2018
Nº 8165/2018
GESPRO
613637/2019
Tambatinga Resfriada;
Tilápia Resfriada;
Pintado Resfriado.
ATIVO 3.000,00 kg/dia
004
NORTE SUL
PESCADOS
A.N DE SANTANA EIRELI 14.101.725/0001-80
Unidade de beneficiamento de
pescados
Rua Papa João XXIII, q 10, L 05, Jardim
Maringá I.
CEP 78.120-602
Jardim Maringá VÁRZEA GRANDE 65-99915-9154 jessicavelasco_santos@hotmail.com09/01/2019
Nº 9173/2018
GESPRO
608332/2019
Tambatinga Resfriada. ATIVO 3.000,00 kg/dia
006 BIOMENDIES JOSÉ CATARINO MENDES ME 02.573.466/0001-01
Unidade de beneficiamento de
Mel, cera e produtos de abelhas
R. Nolberto de Barros Filho, 49, Centro.
CEP 78.110-450
Centro VÁRZEA GRANDE 65-3682-5779 biomendies@gmail.com 05/11/2019
Nº 10463/2019
GESPRO
611228/2019
Mel;
Alimento a base de mel com
Castanha do Pará.
ATIVO 5 Toneladas/ Ano
007
PEIXARIA DO
BARRIGA
CAMILA FRANCIELE BISSOLI ME 33.304.864/0001-56
Unidade de beneficiamento de
pescados
Av. Leôncio L. de Miranda, Q02, L 06,
Primavera.
CEP 78.132-808
Jardim Primavera VÁRZEA GRANDE 65-99253-9911 jessicavelasco_santos@hotmail.com27/05/2021
Nº 10324/2019
GESPRO
605566/2019
Tambatinga Fresca;
Tambatinga Resfriada.
ATIVO 3.000,00 kg/dia
008 FRIGOPONCIANO FRIGORÍFICO PONCIANO LTDA 52.968.586/0001-86 Abatedouro frigorífico de ovinos e caprinos
Rua Pres. Epitácio Pessoa, n° 900, Planalto
Ipiranga II.
CEP 78.125-270
Planalto Ipiranga VÁRZEA GRANDE 65-99611-6790 frigo.ponciano@hotmail.com 17/03/2022
Nº 14558
GESPRO
714723/2021
Carne Congelada de Ovino
com Osso;
Carne Congelada de Ovino
sem Osso;
Carne Resfriada de Ovino com
Osso;
Carne Resfriada de Ovino sem
Osso.
ATIVO 25 animais/dia
010 FORT ATACADISTA SDB COMÉRCIO DE ALIMENTOS 09.477.652/0010-87 Fábrica de produtos cárneos
Av. da Feb, 525, Alameda.
CEP 78.115-146
Alameda VÁRZEA GRANDE 65-3362-6800 taemartins@hotmail.com 02/06/2023
Nº 14289/2021
GESPRO757094/20
21
Carne Bovina Resfriada com
Osso;
Carne Bovina Resfriada sem
Osso;
Carne Resfriada Suína com
Osso;
Carne Moída Resfriada Bovina.
ATIVO
Até 3.000,00 kg/dia
Bovino 1.875,00 kg
Suíno 1.125,00 kg
011
SUPERMERCADO
BOM GOSTO
MERCADO BOM GOSTO LTDA 09.320.283/0001-23 Fábrica de produtos cárneos
Av. Governador Júlio Campos, 101, Jardim
Glória
Jardim Glória VÁRZEA GRANDE 65-99218-4343 eduardocoelho.vet@gmail.com 31/03/2023
Nº 13489/2021
GESPRO
763731/2021
Linguica de carne suína
temperada (apimentada fina);
Linguiça mista;
Linguica de carne suína
temperada (caseira tipo
cuiabana).
ATIVO 3.000,00 kg/dia
012 NO DISTRIBUIDORA SILVA E ANDRADE LTDA 21.685.832/0001-69 Fábrica de produtos cárneos
Estrada Nossa Senhora Aparecida, 1018,
Capão Grande.
CEP 78.164-000
Capão Grande VÁRZEA GRANDE 65-99988-7487 eduardocoelho.vet@gmail.com 18/02/2023
Nº 14347
GESPRO
760946/2021
Linguiça de Carne Suína;
Linguiça de Carne Suína
(Toscana);
Linguiça de Carne Suína
(Apimentada);
Linguiça de Carne Suína
(Bolinha/Apimentada).
ATIVO 3.000,00 kg/dia
013 BIG LAR
GIRUS MERCANTIL DE ALIMENTOS
LTDA
73.909.400/0001-98 Fábrica de produtos cárneos Av. Filinto Muller, 2000, Centro Centro VÁRZEA GRANDE 65-99618-2305 galante@biglar.com.br 07/07/2023
Nº 14243/20121
GESPRO
754541/2021
Carne Moída Resfriada Bovina.ATIVO 500,00 kg/dia
014 ATACADÃO
WMS SUPERMERCADOS DO BRASIL
LTDA
93.209.765/0551-08 Fábrica de produtos cárneos
Av. Júlio domingos de Campos, 5458, Jardim
dos Estsdos.
CEP 78.158-034
Jardim dos Estados VÁRZEA GRANDE 65-98131-9355 carolinammbraga@hotmail.com 12/04/2024
Nº 17282/2024
GESPRO
953148/2024
Miúdos de Frango Resfriado;
Carne de Frango Resfriada
com osso e com pele;
Carne de Frago Resfriada sem
osso com pele;
Carne Resfriada de Bovino sem
osso;
Miúdos de Bovinos Resfriados;
Carne Resfriada de Suíno com
Osso;
Carne Resfriada de Suíno sem
Osso;
ATIVO
Até 2.000,00 kg/dia
Bovino 1.347,00 kg
Suíno 339,00 kg
Aves 314,00 kg
RELAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS REGISTRADOS NO SIM